LARANJEIRAS um "Muséu a Céu Aberto"

domingo, 15 de maio de 2011

Museu A Céu Aberto IV: A FEIRA

Museu A Céu Aberto IV:  A FEIRA

Foto encontrada em: http://www.panoramio.com/photo/38011917


Ouvindo a canção “Alagados” do grupo Paralamas do Sucesso, em especial a estrofe:   “…Todo dia o sol da manhã vem e lhes desafia, trás do sonho pro mundo que já não queria, Palafitas, trapiches, farrapos, filhos da mesma agonia, e a cidade tem braços abertos num cartão postal, com punhos fechados na vida real..”  me fez pensar num tema muito importante, que será debatido nos próximos dias, sobre uma possível mudança da “FEIRA” da nossa Laranjeiras.
O sol da manhã vem e nos desafia, trás o sonho para uma realidade que já não esperávamos, e hoje nos deparamos com essa beleza que emana no marco zero da nossa formosa cidade, entretanto, existe o grande desafio de proteger e preservar nosso patrimônio que com muito custo está sendo reconstruído. E umas das problemáticas que realmente deve ser repensada, reorganizada e resolvida é nossa feira, que acontece todos os sábados no mercado municipal.  
Existe uma decisão da Justiça Estadual determinando a retirada da feira[1] do mercado, por fim, alguém de fora está vendo o que as administrações internas não enxergam. Contudo, o Promotor de justiça da nossa cidade entrou na briga defendo a continuação da mesma onde há anos funciona.
Quem defende a permanência da feira no mesmo local, se agarra ao discurso da temporaneidade, posto que, a feira acontece no mesmo lugar à quase dois séculos, assim sendo, forma parte do nosso museu a céu aberto como “Patrimônio Cultural Imaterial” do nosso patrimônio histórico.
No entanto, o problema vai muito além de uma mera picuinha de quem é a favor ou não dessa mudança.  Hoje por hoje, essa feira não nos aporta nenhuma referência cultural, melhor se pode dizer que: “...Alagados, trenchtown, Favela da Maré, a esperança não vem do mar nem das antenas de TV, a arte de viver da fé, só não se sabe fé em quê?[2]...” , tendo em vista que a feira é uma imensa desorganização. Grande bagunça. Ver aquilo lá como cultural realmente é não saber em que se tem fé.
Faz pouco tempo essa feira não tomava nem todas as laterais do mercado, tão pouco, na parte da frente, as barracas chegavam a ocupar todo o espaço das pedras brancas escorregadias. Atualmente, os feirantes ocupam praticamente toda a rua do mercado, de um lado chegam quase até o Centro de Tradição, do outro chega mais ou menos até a atual biblioteca da UFS, além de adentrarem outra rua chegando a ocupar a frente do prédio da prefeitura.  
Foto encontrada em:http://www.ondehospedar.com.br/informe/index.php?cidid=291

Até então, é muito normal o crescimento da feira tendo em vista o aumento da população. Porém, como essa feira pode ser considerada patrimônio imaterial de nossa cidade se a grande maioria dos feirantes não é de aqui? Isso mesmo! Conta-se a dedo entre essas barracas que tomam conta da rua um laranjeirense vendendo. A maioria dos feirantes laranjeirenses (que são a minoria na feira) está dentro do mercado, onde não incomodam a ninguém, nem deixam amontoados de lixo no meio da rua, nem usam caminhões pesados para transportar suas mercadorias. ONDE ESTÁ A TAL SECRETÁRIA DA AGRICULTURA PARA FOMENTAR O DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO DA NOSSA CIDADE? Falta renda ao nosso povo, e a feira está cheia de vendedores de fora[3]!

domingo, 8 de maio de 2011

Por Uma Laranjeiras DE Todos e PARA Todos


Está mais do que provado que a palha da cana é um câncer para nossa Laranjeiras, corrói tudo que encontra pela frente, e não deixa que a cidade cresça. Graças aos Céus ainda não virou uma metástase, e está em nossas mãos salvar nossa cidade.
O primeiro passo a ser dado é voltar os olhos aos vereadores da nossa cidade. Esses são o símbolo do egoísmo, incompetência, da vergonha e da traição para com seus concidadãos laranjeirenses. Têm o poder na mão para ajudar a terra onde nasceram, mas, se submeteram ao chicote da palha da cana ajudando a destruir a cidade, e, por conseguinte, ao povo.

Segundo a Lei Orgânica Municipal, os vereadores possuem muito mais poderes e determinações que o poder executivo, a problemática é que não são capazes de enxergar. Encontramos muitas atribuições, mas vamos citar algumas de suma importância para o município: